Os jogadores do Paysandu prometem um novo time na partida de sexta-feira (9), contra o Brasil-RS. Depois de sofrerem uma “ensaboada” do presidente Alberto Maia e cobranças do técnico Dado Cavalcanti, os bicolores garantem que a equipe será diferente do que foi nos últimos três jogos, quando caiu diante do Oeste-SP, Tupi-MG e Luverdense-MT. O volante Lucas admite que o grupo está em dívida com a diretoria, que tem honrado os seus compromissos, e a torcida, que tem apoiado a equipe, comparecendo aos jogos da equipe em bom número.
“Sabemos que estamos devendo e estamos nos cobrando muito internamente. Os resultados, a vitória, o empate e a derrota são do jogo, mas o nosso desempenho a gente tem de melhorar sim e é o que vamos buscar”, prometeu o meio-campista. O jogador reconhece a insatisfação do presidente Alberto Maia, mas afirma que o elenco está comprometido com o trabalho realizado.
O goleiro Marcão pede que o torcedor não abandone o time e continue apoiando o grupo nas arquibancadas. “Só a gente pode sair dessa situação. Precisamos do apoio do torcedor”, admite. O goleiro reconhece que o time cometeu falhas inaceitáveis em suas últimas partidas. “Sabemos dos nossos erros e vamos tentar consertar”, promete.

Jogo contra o Brasil será no Mangueirão
A diretoria do Paysandu, surpreendendo a todo mundo, deu entrada, ontem, na Federação Paraense de Futebol com documento pedindo à entidade que solicitasse o remanejamento do jogo de sexta, contra o Brasil-RS, da Curuzu para o Mangueirão, à CBF. Inicialmente a tabela previa a realização do confronto para o estádio estadual, mas, curiosamente, a pedido da própria direção do Papão, na semana passada, acabou se confirmando a mudança para a Curuzu. O novo pedido já foi acatado. A direção bicolor não se manifestou sobre os motivos que levaram o clube a pedir a nova alteração. Mas especula-se que a medida seja para evitar algum tipo de manifestação por parte dos torcedores do clube.
(Nildo Lima/Diário do Pará)
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