Caso queira terminar em alta no Brasileiro da Série B, o ataque do Paysandu vai ter de se desdobrar nas últimas quatro rodadas do campeonato, quando o time bicolor enfrentará, amanhã, o Paraná-PR, em sua volta à Curuzu, e depois CRB-AL, Vila Nova-GO e Criciúma-SC. Por enquanto, os jogadores do setor fizeram apenas onze dos 35 gols contabilizados pelo grupo, em 34 partidas na Segundona. O número é considerado baixo, mas justificável, já que quase todos os jogadores contratados para o setor não corresponderam de forma positiva.
O principal artilheiro do time, entre os jogadores de ataque, é o paraense Leandro Cearense, que conta com seis bolas nas redes.
O atacante faz planos de encerrar a competição com no mínimo mais quatro gols, o que o obriga a marcar, ao menos, um gol por jogos nas próximas rodadas. “Essa é a meta que pretendo alcançar”, ratificou. “Tenho essas últimas rodadas e, entrando nos jogos, vou procurar fazer com que ela seja atingida”, seguiu.
Depois de Cearense, os jogadores com melhor posicionamento na tabela de goleadores do campeonato são Lucas e Jhonnatan, que não atuam no ataque, mas sim no meio de campo. O primeiro soma sete e o segundo seis gols. Em seguida, aparecem Gilvan e o atacante Jobinho, com três e dois gols, respectivamente.
O ataque foi o setor que mais dor de cabeça deu à diretoria do clube, chegando a ficar há diversas rodadas sem balançar a rede. No ano passado, Cearense teve como concorrente outro jogador que também não atua na condição de atacante. O lateral-direito Yago Pikachu, hoje no Vasco-RJ, assim como o atacante, marcou, também, nove gols.
A grande esperança da Fiel era o atacante Bruno Veiga, mas o jogador teve de enfrentar uma lesão no ombro, ficando boa parte do campeonato em tratamento médico.
Rivaldinho não sabe se ficará para 2017
Satisfeito com as suas últimas atuações, quando começou a agradar ao torcedor do Paysandu, fazendo gol e mostrando uma boa produção, o atacante Rivaldinho espera encerrar a Série B como titular e, se possível, com mais gols.
O jogador, que balançou as redes apenas uma vez com a camisa bicolor, admite que levou algum tempo para se adaptar ao clima de Belém, mas agora já se sente familiarizado. “A oportunidade veio na hora certa. É claro que eu esperava que viesse antes, mas foi opção do professor. Eu sempre estive trabalhando e estou me dedicando para não largar mais essa oportunidade”, ressaltou.
O futuro do atacante ainda é incerto no Paysandu. “Vamos aguardar”, resumiu o jogador.
O atleta tem mercado no futebol do interior de São Paulo, onde deve disputar o primeiro semestre da temporada do ano que vem. O provável futuro presidente bicolor, Sérgio Serra, só deve se manifestar sobre a renovação de contrato dos jogadores a partir da próxima semana ou após tomar posse.
(Nildo Lima/Diário do Pará)
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