Fora de campo, o São Paulo monta o seu planejamento de 2017. A diretoria do clube, junto com a comissão técnica, definiu quais são as prioridades para formar o elenco.
O diagnóstico é de que a equipe precisa de três reforços tão expressivos quanto Wellington Nem, apresentado na última semana. As principais necessidades são de um centroavante, um meia e um volante.
O clube, porém, esbarra na dificuldade financeira e não pretende gastar demais. Por isso, trocas são vistas com bons olhos. Michel Bastos, por exemplo, não faz parte dos planos e será envolvido em alguma transação.
Para o ataque, Nilmar conta com a aprovação do presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco. Porém, nem todos os diretores consideram um bom negócio por causa do histórico de lesões do jogador, de 32 anos, e da sua condição física, pois não é utilizado pelo Al-Nasr, dos Emirados Árabes, desde maio. Willian, do Cruzeiro, também agrada. O problema é o salário do jogador considerado alto para os padrões tricolores.
No meio de campo, uma das opções estudadas é Felipe Melo. O jogador, da Inter de Milão, é muito bem avaliado pelos dirigentes. No entanto, ele precisa aceitar uma redução salarial para se enquadrar no teto do Tricolor, de R$ 350 mil.
Outra questão que o São Paulo pretende resolver em breve é a da lateral esquerda. A diretoria não quer gastar muito para manter o chileno Mena, emprestado pelo Cruzeiro só até o fim do ano, no Morumbi.
Alguns jogadores de outros setores são cogitados para compor o elenco. Neste caso, a ideia é gastar menos e também tentar apostar nas promessas das categorias de base, como aconteceu com David Neres e Luiz Araújo neste ano.
(Folhapress)
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