Há um mês, a Chapecoense viajava para Medellín, onde fariam a primeira partida da final da Copa Sul-Americana, quando o avião entrou em pane total e se chocou com uma montanha, deixando 71 mortos.
Imagens mostram destroços do avião
No total, 19 jogadores, além da delegação técnica, convidados, jornalistas e tripulantes estavam no voo fretado da empresa boliviana LaMia.
Apenas seis pessoas sobreviveram a tragédia. Os jogadores Neto, Jackson Follmann e Alan Ruschel, o jornalista Rafael Henzel e os comissários Erwin Tumiri e Ximena Suarez Otterburg.
Dos seis sobreviventes, cinco já tiveram alta hospitalar. O único que permanece internado é o goleiro Jackson Follmann, que teve a perna direita amputada e se prepara para receber uma prótese, procedimento que deve ocorrer em cerca de 10 dias.
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INVESTIGAÇÕES
Autoridades bolivianas divulgaram resultados preliminares das investigações, que confirmaram a tese de falta de combustível como causa do acidente, bem como diversas irregularidades no procedimento que culminou com a autorização para que o avião decolasse.
RECONSTRUÇÃO
A Chapecoense - considerada campeã da Sul-Americana em 2016 - trabalha duro para reconstruir seu departamento de futebol. O primeiro contratado foi o técnico Vagner Mancini.
Chape agradece aos clubes Brasileiros. Somos muito mais que onze. https://t.co/uKF6K55OYA via @YouTube
— Chapecoense (@ChapecoenseReal) 20 de dezembro de 2016
Outros quatro jogadores também foram contratados pelo clube. São eles: o goleiro Elias (Juventude), o zagueiro Douglas Grolli (Cruzeiro), o meio Dodô (Atlético-MG) e o atacante Rossi (Goiás).
A expectativa é que 99% do elenco esteja à disposição até o dia 10 de janeiro. A Chapecoense também se prepara para disputar a Libertadores de 2017.
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(Com informações do Notícias ao Minuto)
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