plus
plus

Edição do dia

Leia a edição completa grátis
Edição do Dia
Previsão do Tempo 22°
cotação atual R$


home
ESPORTE BRASIL

Avaliação de Josué pós empate não agrada

“Não há outro inferno para o homem, além da estupidez ou da maldade dos seus semelhantes”. Esse pensamento é do dramaturgo francês Donatien Alphonse François de Sade, mais conhecido como o Marquês de Sade, mas casa como uma luva com a sensação que o técni

twitter Google News

“Não há outro inferno para o homem, além da estupidez ou da maldade dos seus semelhantes”. Esse pensamento é do dramaturgo francês Donatien Alphonse François de Sade, mais conhecido como o Marquês de Sade, mas casa como uma luva com a sensação que o técnico azulino Josué Teixeira passou em seu contato com a imprensa, logo após o jogo. Incomodado com o resultado, reclamou de cobranças por parte da imprensa ao ser indagado pela utilização do meia Mikael.

Veja imagens do jogo

“O Mikael jogou mal? Ele é o culpado? Acho que tem que ter um limite com o que se fala, mais cuidado e atenção. Os jogadores que saíram foram por situação de desgaste. Não sei porque se cria situações em cima disso. Hoje fizemos um belo jogo e o problema foi o Mikael? Paciência!”, comentou Josué. Para o técnico azulino o verdadeiro absurdo no jogo foi a arbitragem.

“O que vocês (jornalistas) deviam estar me perguntando é se houve erro ao não marcar falta em cima do Vinícius no final do jogo. Houve um erro, foi grotesco e todo mundo viu. Técnica e taticamente, fizemos um jogo perfeito, é nítida a evolução do time como eu disse que apareceria a partir da quarta e quinta rodadas. O jogo estava totalmente dominado pelo Remo. O árbitro influenciou no resultado. A leitura que faço é de lamentar a arbitragem, que foi péssima”,
avaliou o técnico azulino.

Josué também questionou a cobrança por escalação de atletas locais e da base. “Não existe divisão no grupo do Remo! Temos um grupo só de jogadores, formados por atletas da base, locais e contratados, e vamos utilizar todos eles ao longo dos jogos. O Edgar, por cansaço, como já foi outras vezes, saiu e coloquei o Gabriel Lima, que vinha sendo pedido. O jogo pedia uma mudança com o Nino Guerreiro, eu fiz e o Jayme fez o gol. A torcida pediu o Flamel e ele entrou no lugar do Eduardo que já não aguentava mais”, comentou o comandante azulino.

DO CÉU AO INFERNO NO MANGUEIRÃO

O poeta português Teixeira Pascoaes afirmou que “o céu é apenas um disfarce azul do inferno”. A frase parece definir com alguma precisão a proximidade com que esses dois extremos se encontram no Baenão e que ficaram evidentes no jogo de sábado contra o CSA, válido pela quinta rodada do grupo A da Série C. O Leão Azul vencia por 1x0 até os 47 do segundo tempo e, com isso, chegava ao céu da liderança do grupo. Quando, no último lance do jogo, os alagoanos chegaram ao empate, qualquer ilusão de paraíso sumiu e deu lugar ao inferno das cobranças, vaias e frustração nas arquibancadas. A idéia de vencer e chegar ao paraíso parecia particularmente heroica pela forma como os times se enfrentaram em campo.

O CSA-AL, com um time mais alto, de mais recursos técnicos, trabalhava a bola. Já o Remo, de Josué, apostava num sistema de marcação forte e raça. No começo, os visitantes dominaram as ações, mas o Leão retomou o controle após bela jogada de Mikael, que encontrou Guerreiro sozinho na área, que chutou cruzado. Grande defesa de Mota. Ainda no primeiro tempo, aos 35, Eduardo Ramos fez belíssima jogada individual e encontrou Edgar sozinho que emendou, da entrada da área, violento chute na trave! O maestro sabia que precisava ajudar a definir o jogo enquanto ainda tivesse pernas. Após defesa sensacional de Vinícius, aos 11 do segundo tempo, o camisa 10 iniciou jogada, puxou marcação e lançou Jayme sozinho. O atacante invadiu a área e fuzilou para festa da torcida azulina. A partir daí o jogo se tornou, aos poucos, mais aberto e com chan ces para os dois times. Edgar, em dois tempos, aos 19, e Eduardo, aos 24, quase ampliaram o marcador. O CSA respondeu com jogadas na área. Aos 27, Leandro Souza chutou fraco após rebote e viu a bola riscar a trave. Aos 40 Dick, de cabeça, fez a torcida suspirar com uma testada rasante após escanteio. Aos 45, Thalles recebeu sozinho na área e Vinícius fez defesa milagrosa. Quando o jogo parecia encerrado, Dahwan, aos 47, subiu sozinho e mandou pro fundo da rede, calando o Mangueirão.

(Taion Almeida/Diário do Pará)

VEM SEGUIR OS CANAIS DO DOL!

Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.

Quer receber mais notícias como essa?

Cadastre seu email e comece o dia com as notícias selecionadas pelo nosso editor

Conteúdo Relacionado

0 Comentário(s)

plus

    Mais em Esporte Brasil

    Leia mais notícias de Esporte Brasil. Clique aqui!