Acusado, segundo ele, injustamente de ter sido um reserva de luxo no Fortaleza-CE, Guilherme Santos assegura que “muita bobagem e mentira” foram ditas sobre a sua meteórica passagem pelo ex-clube. O jogador explica que a decisão de disputar o Torneio Fares Lopes, pelo time B do Tricolor, enquanto o principal participava da Série C, partiu dele mesmo para que pudesse ganhar ritmo de jogo.
Guilherme Santos quer colocar em prática o que aprendeu no futebol estrangeiro
“Não foi uma decisão da diretoria ou da comissão técnica”, afirma o lateral. “Até porque eles não são loucos de me contratarem pelo salário que me contrataram para jogar a Fares Lopes”, explica. O torneio garante vaga ao campeão na Copa do Brasil e reúne equipes menores do futebol cearense. O defensor garante que sempre cumpriu com as suas obrigações no Fortaleza.
“Nunca faltei a um só treinamento”, diz. “Podem consultar as pessoas que estão aqui e que trabalharam lá”, ratifica. O lateral, porém, admite que não teve a sorte que esperava no ex-clube. “Foi o único clube da minha vida em que esperei tanto para jogar”, lamenta. “Joguei no Santos, no Fluminense e no Bahia por tantos anos. Mas muita coisa mudou na minha vida e tomei a decisão de sair de lá”, arremata.
ANÁLISE DE MOMENTO
Guilherme Santos admite que o momento não é dos mais favoráveis para o Paysandu na Série B do Brasileiro. Ainda que tenha vencido o jogo de ontem, contra o ABC, o Papão continua na zona intermediária da classificação, bem longe do G4, mas próximo do Z4. E nesta situação, o defensor admite que a primeira meta do time é se afastar o máximo possível do grupo da morte.
“Nossa briga é contra a parte de baixo da tabela”, reconhece. “Não dá pra pensar em acesso agora. É uma coisa de cada vez”, ensina. “O primeiro passo é se reaproximar da primeira página da tabela e, depois tenho certeza que vamos lutar por coisas boas na competição”, argumenta.
(Nildo Lima/Diário do Pará)
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