De acordo com um estudo realizado pela Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), as lesões musculares são as mais comuns na Copa do Mundo, representando 39,2% dos casos. Em segundo lugar, vem as contusões, com 24,1% e das tendinites, 13,4%.
Outro dado importante é que 72,2% delas acontecem em membros inferiores, tendo a coxa com predomínio de 34,5%. Na sequência vem o tornozelo, com 17,6% e o joelho 11,8%.
Se for olhar apenas para os jogadores brasileiros, encontramos dois casos recentes: Neymar, fraturou o quinto metatarso do pé direito. Fez a operação e conseguiu se recuperar a tempo da Copa do Mundo. Daniel Alves, com uma desinserção no ligamento cruzado anterior do joelho direito e de uma entorse no joelho. O lateral-direito, no entanto, não conseguiu disputar o Mundial.
Pelé, sofria com uma artrose e acabou sendo submetido a uma cirurgia de prótese no quadril. Atualmente, sofre para conseguir se locomover.
Fonte: Gazeta Esportiva
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