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Perema é imortalizado na Curuzu

Quando chegou para treinar na manhã de ontem na Curuzu, o zagueiro Perema foi informado por funcionários do clube que estava “imortalizado” na fachada do estádio, em mais uma das pinturas que estão pelo lado de fora do Leônidas Castro, que mostram tim

Imagem ilustrativa da notícia Perema é imortalizado na Curuzu camera O zagueiro Perema é homenageado com pintura na fachada da Curuzu | Divulgação/ Ascom PSC

Quando chegou para treinar na manhã de ontem na Curuzu, o zagueiro Perema foi informado por funcionários do clube que estava “imortalizado” na fachada do estádio, em mais uma das pinturas que estão pelo lado de fora do Leônidas Castro, que mostram times históricos. As novidades são pinturas com os troféus mais importantes, uma homenagem às mulheres torcedoras e a que mostra as duas conquistas da Copa Verde com os respectivos capitães levantando as taças: Augusto Recife (2016) e Perema (2018).

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“Eu vi agora de manhã e foi uma surpresa para mim. Não esperava. É muito gratificante que já faço parte de uma história tão linda como a do Paysandu. Espero aumentar essa história com títulos, acessos. Eu estou muito feliz com essa homenagem”, observou Perema.

O santareno Auricélio Vinhote Soares dos Santos, de 27 anos, está em sua quarta temporada no Paysandu e é um dos ídolos da Fiel. Titular absoluto, ele ganhou no final do ano passado uma declaração pública do técnico Hélio dos Anjos que, atestando a qualidade do jogador, disse que ele teria espaço no elenco na maioria dos clubes do Brasil, inclusive na Série A.

Contratado junto ao São Francisco, ele recorda que ao ter o nome ventilado como possível reforço bicolor muitos comentários foram, inclusive, para desmotivá-lo. “Quando saí de Santarém disseram que eu vinha para completar elenco, ser banco. Ouvi essas críticas, mas entravam por um ouvido e saíam pelo outro”, contou. “Tudo o que aconteceu desde o dia em que cheguei aqui é fruto de trabalho. Vim para mostrar meu futebol, meu potencial, e consegui. Não estou há tanto tempo no Paysandu há toa”, completou Perema.

O zagueiro salienta que a identificação com o Paysandu é total, o que só foi reforçado por ser um jogador local, sempre mais cobrado por todos os lados. “Eu sei qual é o sofrimento do torcedor, eu também fico chateado, mas sempre me entrego ao máximo em campo”, disse. “Todos são cobrados aqui. Na maior parte do tempo o jogador local não é bem aproveitado. Eu consegui me destacar por causa do trabalho do dia a dia e por ter agarrado forte a oportunidade quando apareceu”.

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