O Paysandu já tem praticamente pronto o seu protocolo médico exigido pela Confederação Brasileira de Futebol para o retorno dos treinos e jogos do clube. De acordo com o médico Edilson Andrade, um dos responsáveis pela elaboração do documento, falta apenas um pequeno detalhe, mas de grande relevância para que as recomendações sejam colocadas em prática. A indefinição diz respeito à abrangência do número de pessoas que serão testadas para se saber a contaminação ou não pela Covid-19.
O médico informou que ainda não se sabe, por exemplo, se os exames serão aplicados apenas nos profissionais do clube, com acesso à Curuzu, ou também pessoas ligadas aos empregados da agremiação. “Só esse ponto é que ainda precisamos definir antes da divulgação do protocolo”, ratificou Andrade. “A nossa rotina de teste está dependendo da definição de quantos testes serão disponibilizados. A partir daí a gente vai traçar a estratégia. Já temos um roteiro pronto, só faltando definir a quantidade específica de testes que teremos em mãos”, detalhou Andrade, falando, em seguida, sobre a abrangência dos testes.
“Vamos precisar saber se vamos expandir ou não os testes aos familiares e contactantes próximos dos atletas”, explicou. “Mas todas as medidas de precaução e de controle de transmissão já estão escritas e bem estabelecidas em nosso protocolo”, afirmou o médico, Ele informou, ainda, que o documento traz ligações entre os diversos setores do clube. “São outros setores que estão lincados, casos do departamento de fisioterapia, nutrição, assessoria de comunicação e serviços gerais”, informou o profissional.
Todos os compartimentos da Curuzu passarão, conforme informou Andrade, por um processo de higienização, que será feito nos vestiários, rouparia, setores nos quais atuam os burocratas e hotel do clube. “Também há a questão dos transportes do clube”, comentou o médico, se referindo à higienização dos ônibus próprios do clube, utilizados para transportar os atletas para treinos e jogos.
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