Com toda a responsabilidade possível e organização, além de um toque de tranquilidade, a diretoria de futebol do Clube do Remo tem cuidado para que o plantel retorne fortalecido, motivado e seguro quando houver a liberação de competições oficiais da equipe para o restante dessa temporada, até então paralisado pela pandemia de Covid-19. Mas a agremiação não tem brecado as atividades, já que outro ponto decisivo para o clube tem sido reajustado - o estádio Evandro Almeida, o Baenão.
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Palco da última partida oficial azulina, no dia 14 de março, em um empate em 1 a 1 com o Independente de Tucuruí, o local passa por melhorias internas, com foco total na segurança e prevenção. Assim como foi realizado nas dependências da sede social remista, localizada na Avenida Nazaré, no último sábado (6), o alçapão remista tem iniciado o seu processo de sanitização, em um protocolo de desinfecção ao novo coronavírus.
O diretor de estádio, André Malcher, adiantou que o procedimento tem sido realizado em etapas para que toda a localidade atenda os níveis de higienização completa, mesmo sem jogos oficiais. “A gente estava pensando nisso há duas semanas, na questão de limpeza e está sendo feito em várias salas do Baenão. Começamos pela Almirante Barroso (dependências) porque estava muito sujo, todos os quartos foram limpos. Agora essa semana, se Deus quiser, vai entrar com essa sanitização no Baenão todinho”, disse o dirigente.
De olho no tapete
Sem compromissos oficiais e treinos há quase três meses na Toca do Leão, as condições do gramado, naturalmente, saíram do padrão exigido pela falta de manutenção devido o período de isolamento social e lockdown.
Dessa maneira, o cartola destacou que já vem sendo feitas as atividades de restauração no ‘tapete’ no alçapão, com vistas para a volta do futebol. “O gramado do Baenão, em mais ou menos um mês, com esse tempo que estava parado, cresceu muito e temos que fazer um corte a princípio para aparar a grama. Depois entramos com a adubação. Nessa semana, de novo, fizemos o corte e amanhã (hoje) vamos terminar de adubar para jogar areia, que é o nutriente do gramado”, detalhou. “Estamos recebendo auxílio do Mesquita, que é o nosso agrônomo que ajuda, e durante esses dez dias seguintes vamos fazer essa prescrição que ele passou e cuidando para que, se Deus quiser, a gente receba os nossos jogadores para treinos e jogos”.
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