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Paysandu: grupo se fecha e foca nas "decisões" com Castanhal

Elenco viaja hoje para a Cidade Modelo onde, amanhã, enfrenta o Japiim pela primeira partida da semifinal do Campeonato Paraense. Sem torcida, duelo promete mais equilíbrio

sábado, 08/05/2021, 07:33 - Atualizado em 08/05/2021, 07:41 - Autor: Tylon Maués


Elenco bicolor quer confirmar boa fase com uma vitória na casa do Castanhal, neste domingo
Elenco bicolor quer confirmar boa fase com uma vitória na casa do Castanhal, neste domingo | John Wesley/Paysandu

A delegação do Paysandu viaja hoje à tarde rumo a Castanhal, onde neste domingo, a partir das 15h30, encara o time da casa no primeiro dos dois jogos de uma das semifinais do Campeonato Paraense. Os confrontos no Maximino Porpino e depois na Curuzu poderiam ser repletos de rivalidade, caso a pandemia de Covid-19 não tivesse afastado os torcedores dos eventos esportivos há mais de um ano. É uma necessidade pela preservação da saúde pública que é compreendida pelos jogadores, mas lamentada pela falta que faz o incentivo da arquibancada.

Para os bicolores, a ausência é um fator a mais de equilíbrio para os jogos. Se antes jogar em casa era a certeza de ter uma massa a seu favor, agora em duas partidas, com o silêncio como testemunha, deixa tudo igual, seja em Castanhal ou em Belém. “Iguala as coisas um pouco, sim. A gente queria a torcida ao nosso lado, o que não pode por enquanto. Tudo fica mais difícil, mas estamos bem preparados”, observa o atacante Robinho.

O jogador ainda ressalta outro ponto a ser comemorado pelos bicolores: a distância entre as duas cidades. Se antes as viagens eram longas rumo a Tucuruí, Paragominas e Bragança, agora o deslocamento a Castanhal mal passa de uma hora, isso porque grande parte desse trecho é de perímetro urbano.

“É sempre melhor quando as viagens são mais curtas, independentemente do adversário. Pegamos umas viagens longas e cansativas e é melhor não ter que encarar tanto tempo de viagem de novo”, confirmou o atacante.

Já o zagueiro Yan lembra outro fator, o do conhecimento sobre os adversários. Se ele, como jogador local, conhece a quase todos por já ter atuado ao lado ou contra, em várias ocasiões, todo o Paysandu já enfrentou esse Japiim, no confronto da primeira rodada do Campeonato Paraense. “Conhecemos demais esses jogadores e sabemos que será difícil. Jogamos contra eles e temos um certo conhecimento, mas cada jogo é um jogo e temos que ter muito cuidado”.

O que Yan lamenta, assim como o companheiro, é mais uma vez encarar uma partida decisiva diante apenas dos profissionais envolvidos na transmissão ou segurança do evento, sem a Fiel ao lado. “Já é um ano jogando assim e, infelizmente, estamos nos acostumando. Queríamos ter a torcida ao nosso lado. Tomara que isso acabe o quanto antes para darmos alegria à Fiel com ela mais próxima da gente”.

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