Existem alguns jogadores do Clube do Remo que têm chamado atenção pela sua regularidade, jogo após jogo, tanto pelo lado individual quanto coletivo. Esse papel tem sido executado com primor nas laterais. Se na direita, o clube tem duas opções, com Wellington Silva e Thiago Ennes passando segurança, pela esquerda, Marlon reina sozinho desde o ano passado. A sua presença é considerada essencial, especialmente no aspecto ofensivo, ao ser o grande ‘garçom’ da equipe, com seis assistências distribuídas nesta temporada. Mas, como toda cobrança natural, o jogador entrou na rota de críticas nas partidas frente ao CRB-AL, pela Série B, e contra o Atlético-MG, pela Copa do Brasil, pela falta de amparo à defesa. Aos 35 anos e com a contratação recente de Igor Fernandes para o elenco, Marlon reiterou ainda mais o seu desejo de demonstrar evolução e seguir na titularidade absoluta na onzena principal.
Até por isso, o jogador encarou como fundamental a chegada de um colega de ofício. “Encaro da melhor maneira. Sei que é um grande jogador, teve passagem por grandes equipes, então só quem tem a ganhar com isso é o Remo. É deixar uma boa dor de cabeça pro professor, que vai ver durante os treinamentos para escolher o melhor. Quem for escolhido vai procurar se doar ao máximo para ajudar o Remo para conseguir as vitórias”, comentou.
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Quanto às cobranças da torcida pela suposta limitação defensiva, o jogador foi categórico. “Todo jogador recebe críticas, é normal na carreira, mas sou um cara experiente e aprendi muito com o futebol. Tenho experiência e tiro de letra”, destacou.
Marlon entende que a melhor resposta para qualquer tipo de crítica, possui somente uma direção para para a emissão da mensagem. “Estou procurando fazer o meu trabalho durante a semana para quando chegar na hora das partidas estar bem. A gente quer o bem do clube. O professor me cobra muito. A Série B é um campeonato muito difícil. Todos nós sabemos. Então vamos procurar batalhar muito nos jogos para sair com as vitórias. Vamos implantar o nosso ritmo de jogo, com alta intensidade, porque a gente sabe que jogador de alto nível tem que estar com intensidade muito alta para sair com as vitórias”, ponderou.
Dessa maneira, o lateral-esquerdo frisou que seguirá afiando a sua principal característica em prol do time. “Sempre fui um cara que dá bastante assistência e aqui não é diferente. Tenho um ano de clube e na maioria dos campeonatos consegui ajudar a equipe. Na Série B não vai ser diferente. Espero dar continuidade no trabalho com assistências, porque sei que é de grande importância para a equipe. Espero servir os companheiros para que eles consigam fazer os gols”, concluiu.
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