Após um período de folga, o Paysandu volta suas atenções para a disputa da semifinal da Copa Verde. Ainda sem adversário definido - Remo e Manaus disputam a outra vaga -, os bicolores aguardam o primeiro jogo marcado para o dia 1º de dezembro. O meia José Aldo falou sobre o tempo que os jogadores tiveram de folga e que serviu para refletir sobre a temporada até aqui.
Querendo título, Paysandu retorna aos treinos na Curuzu
“É um período grande (de folga). Acho que não é o ideal ficar tanto tempo parado, mas também vejo que foi bom para colocarmos a cabeça no lugar, pensar em muita coisa e terminar a temporada da melhor maneira possível. Tivemos tempo para pensar nos erros e acertos. Quando as coisas não acontecem do jeito que queremos no dia a dia, pensamos nelas nos outros dias, mas no futebol não temos muito esse tempo, pois sempre já tem jogo em seguida. Nesse período parado, todos puderam pensar melhor no que foi feito”, comentou.
Todos sabem que o principal objetivo do Paysandu era o acesso à Série B do Brasileiro. No entanto, não foi cumprido e a maneira que o Papão atuou o ano todo deixou muito a desejar. Apesar de tudo, os bicolores já viraram a chave e buscam o tricampeonato da Copa Verde, o que seria o segundo título do ano, já que o Lobo conquistou o bicampeonato do Parazão.
“Na situação que estamos, classificados, não temos preferência (por adversário). Temos que estar preparados para o que vier pela frente. Temos que aproveitar esse novo período para treinar, entrosar bem e melhorar a condição física para chegar nos jogos e estar preparados. Apesar dos companheiros terem ido embora, uma vitória sempre é boa para melhorar o clima do elenco. Não tem coisa melhor no futebol do estar sempre ganhando. É manter e tentar terminar o ano da melhor maneira possível, como o Paysandu merece”, disse.
Paysandu e o futuro da carreira:
“Vem sendo uma experiência boa estar vestindo a camisa de um clube com a grande do Paysandu. Eu me sinto honrado e poder estar representando o clube. “Deu para perceber a paixão do torcedor. É normal pela grandeza do clube. A torcida é de massa. É normal ter essas cobranças. Não só eu, mas os outros jogadores estão acostumados com isso. No entanto, não defini nada até agora. Tenho o restante do ano para cumprir contrato com o Paysandu e minha cabeça está focada nisso. Pretendo terminar a temporada da melhor maneira possível. Depois, junto com a minha família, vamos sentar e pensar bem para tomar a melhor decisão”, explicou.
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