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HONROU O MANTO

Bezerra exalta raça e diz que Paysandu sai de cabeça erguida

Auxiliar técnico do Papão falou sobre a vontade e garra dos jogadores nos clássicos contra o Remo

sábado, 04/12/2021, 22:21 - Atualizado em 04/12/2021, 22:20 - Autor: Kaio Rodrigues


Imagem ilustrativa da notícia Bezerra exalta raça e diz que Paysandu sai de cabeça erguida
| Reprodução

A temporada do Paysandu chegou ao fim! Os bicolores caíram nas semifinais da Copa Verde diante do Remo. No primeiro jogo, empate em 2 a 2 e vitória azulina por 2 a 0 no segundo. No ano, os bicolores conseguiram  Bicampeonato Paraense, mas fracassaram nas demais competições. O clube chegou quase sem jogadores ao torneio regional após o desmanche do elenco. Wilton Bezerra falou sobre o sentimento de tristeza, mostrou-se orgulhoso dos atletas e projetou um 2022 melhor.

“Sabíamos das dificuldades aqui no campo deles, mas acredito que fizemos uma grande partida, mais uma vez. Nós decidimos, lutamos, honramos a camisa e, o mais importante para nós é isso. Lógico que não estamos felizes pelo resultado, mas estamos felizes pela entrega dos atletas. Eles honraram a camisa do Paysandu, mesmo com a montagem que tivemos para essa fase da competição. Ser eliminado por um rival não deixa ninguém feliz. Ninguém está feliz. Todos sentem a eliminação, a dor da derrota, mas o time brigou. Era um grupo que ninguém mais acreditava. Todos achavam que estávamos, mas mostrou dignidade, qualidade, força e honrou a camisa nos dois jogos. Infelizmente não foi suficiente. Vamos sair de cabeça erguida, olhando para frente e esperamos que em 2022 possa ser diferente", destacou.

Agora, os bicolores ganham um período de férias. Jogadores vão sair, outros vão chegar e a diretoria terá que fazer muitas coisas diferentes para dar uma temporada boa ao seu torcedor. Wilton disse que os assuntos do que precisa ser mantido e, principalmente, ser mudado, serão tratados de maneira interna. Ele fez questão de enfatizar, novamente, o bom fim de temporada da equipe.

“Internamente, estaremos trabalhando com tudo que foi feito. Ver o que deu certo, o que não deu. Os erros vamos estar tratando dentro do clube. O mais importante é valorizarmos esse final de temporada, a entrega dos atletas. Os caras foram guerreiros e, mesmo eliminados, saímos fortalecidos”, comentou.

Para a nova temporada, os bicolores estarão sob o comando do técnico Márcio Fernandes. O treinador chega com a missão de fazer tudo o que os treinadores - Itamar Schülle, Vinícius Eutrópio e Roberto Fonseca - não conseguiram: fazer o clube jogar bem. Para Wilton, o novo comandante deve ter gostado de algumas coisas apresentadas nos clássicos.

“Sabíamos que seria desgastante, mas assumimos. Horamos a camisa. O que fica é um fator positivo da entrega desses caras, onde podemos ter boas conclusões. Diretoria nova, executivo novo, já tem o professor Márcio. Com certeza viu o jogo e vai ter boas impressões de alguns atletas, onde muita gente não esperava. Vamos sentar com ele, passar informações. Mas a impressão que ele deve estar é positiva, principalmente por conta da garra e determinação que os atletas tiveram. Acredito que isso é o Paysandu. É brigar, mesmo na dificuldade. Tem que acreditar, se doar o tempo todo. Se precisar, é sangrar lá dentro. Mesmo com o resultado negativo, acredito que fizemos isso”, finalizou.

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