Por erro primário a eleição presidencial da Federação Paraense de Remo (Fepar), marcada para o dia 27 e outubro, foi suspensa.
A entidade não seguiu os preceitos da lei: não publicou o edital de convocação em órgão de imprensa como determina a lei nº 9.615/1998 (Lei Pelé).
Agora, a Fepar vai abrir novo edital e publicar num órgão de imprensa de grande circulação.
O adiamento foi benéfico para as chapas inscritas que terão tempo para regularizarem as pendências documentais relativas dos seus membros.
O presidente da Comissão Eleitoral, advogado José Mário, foi lacônico nas informações sobre a eleição. Disse apenas que foi anulada e um novo edital será publicado.
Lukas Batista Sarmanho, advogado da chapa Remo Livre considerou normal a suspensão do pleito devido às irregularidades vistas
A chapa MudaRemo, depois de ser impugnada pela comissão por conta de documentos, buscou seu direito na justiça e ‘brecou’ à eleição.
O campeonato de remo de 2022 foi encerrado no mês de setembro, agora a disputa está em terra, num pleito envolvendo os quatro filiados e mais a comissão de atletas para suceder o atual presidente Luciel Caxiado no comando do esporte naútico.
São duas chapas na briga: MudaRemo, encabeçada pelo advogado Fábio Salgado [presidente] e como vice-presidentes Raimundo Araújo e Alex Sandres de Souza.
Remo Livre: comandada pelo professor de Educação Física, Laurimar Costa, também árbitro de regata. André Roberto Pereira e Natalino Salgado da Silva, vice-presidentes.
O colegiado soma onze votos: oito dos clubes- Paysandu, Tuna Luso, Clube do Remo e Associação Guajará [dois de cada] e mais três da comissão de atletas.
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