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O MAIS JOGADO DO MUNDO

Re-Pa 782: quase 2 mil gols e mais de um século de rivalidade

Descubra a história do Re-Pa, o maior clássico da Amazônia, com estatísticas, rivalidade e momentos marcantes entre Remo e Paysandu.

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Imagem ilustrativa da notícia Re-Pa 782: quase 2 mil gols e mais de um século de rivalidade camera Ao longo de mais de um século, as equipes já se enfrentaram 781 vezes, com 1.975 gols marcados. | Samara Miranda/Clube do Remo

Quando a bola rola para um Re-Pa, não é apenas mais um jogo que entra em campo, mas uma história centenária marcada por paixão, números impressionantes e rivalidade intensa. O duelo entre Clube do Remo e Paysandu Sport Club ultrapassa gerações e se consolidou como o maior clássico da Amazônia, sustentado por estatísticas que ajudam a explicar sua grandeza.

Ao longo de mais de um século, as equipes já se enfrentaram 781 vezes, com 1.975 gols marcados. O retrospecto geral aponta vantagem azulina: são 270 vitórias do Remo, que soma 988 gols anotados. O Paysandu aparece logo atrás, com 245 triunfos e 987 gols. O número de empates — 266 ao todo — reforça o equilíbrio que mantém o confronto sempre imprevisível.

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No âmbito do Campeonato Paraense, o cenário segue igualmente disputado. Em 362 partidas pelo estadual, o Remo venceu 126 vezes, contra 111 do Paysandu, além de 125 empates. No quesito gols, a diferença é mínima: 430 para o Leão e 426 para o Papão.

Equilíbrio também no cenário nacional

Quando o palco é o Campeonato Brasileiro, a igualdade permanece como marca registrada do clássico. Em 35 confrontos por competições nacionais, o Remo conquistou 11 vitórias, o Paysandu 10, e 14 jogos terminaram empatados. O dado mais simbólico é o número de gols: 40 para cada lado.

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Goleadas e marcas históricas

A história do Re-Pa também é pontuada por resultados expressivos. A maior goleada pertence ao Paysandu, que venceu por 7 a 0 em 1945. O Remo, por sua vez, aplicou um 7 a 2 em 1939. Já o maior período de invencibilidade ficou com o Leão Azul, que passou 33 partidas sem perder para o rival entre 1993 e 1997.

Entre os personagens que ajudaram a eternizar o clássico, os artilheiros ocupam lugar de destaque. Hélio figura como o maior goleador do confronto, com 47 gols pelo Paysandu. O recorde de participações é de Quarentinha, que disputou 135 partidas com a camisa bicolor.

Agora, com a realização do 782º encontro, mais um capítulo será acrescentado a essa trajetória marcada por equilíbrio quase milimétrico e rivalidade permanente. Neste domingo (1º), Remo e Paysandu voltam a se enfrentar pela final do Campeonato Paraense 2026, às 17h, no Mangueirão, reafirmando a força do chamado Clássico Rei da Amazônia.

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