Segundo um levantamento apresentado ao Conselho Deliberativo do Remo na noite de segunda-feira (9), a dívida atual do clube beira os R$ 13 milhões. A avaliação é de que as administrações de ex-presidente, sobretudo, no que diz respeito à maneira como se conduziu vínculo contratual de ex-jogadores, foi o ponto de partida para engrossar a conta. Na área da Justiça Trabalhista, o Remo deve R$ 7,7 milhões. O detalhe é que o departamento jurídico azulino ainda expôs mais números relacionados ao drama do clube. São 54 processos em execução, o que se contabiliza algo em torno de R$ 3,4 milhões. Há dívidas de confissões, adquiridas por meio de empréstimos de ex-presidentes. Nessa, o montante chega a R$ 1,7 milhão.
Como de praxe, o presidente do Remo, Amaro Klautau, disse que a solução para os problemas é a negociação do estádio Evandro Almeida, o Baenão. “A proposta foi apresentada desde o ano passado. O Remo tem que tomar decisões para não perder seus patrimônios. Ainda é está a solução”, frisou. Por enquanto, o proclamado negócio com as empresas Leal Moreira e Agre Incorporadora está paralisado devido ao processo movido para tombamento do Baenão. (Diário do Pará)
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