No atual elenco, o Paysandu conta com quatro jogadores que já entraram na Justiça do Trabalho para conseguir receber salários atrasados ou pedirem sua liberação: o goleiro Alexandre Fávaro, os volantes Sandro e Tácio, além do caso mais recente e repercutido, o atacante Moisés. Contudo, a questão de Fávaro estaria dando a dor de cabeça maior no clube. Por pouco, a sede social do Papão, localizada na avenida Nazaré, não iria a leilão para pagar dívidas antigas com o arqueiro.
A dívida trabalhista em questão, que hoje está no valor exato de R$ 279 mil, ainda é da época da primeira passagem de Alexandre Fávaro no Paysandu, em 2005. A sede social bicolor só não vai mais a leilão no próximo dia 26, porque o atleta pediu que o seu advogado adiasse a ação por 120 dias. Na tarde desta quinta-feira (12), a diretoria do bicola e o goleiro se reuniram para tratar da situação.
“Nunca quis que a situação chegasse ao que chegou. O meu advogado e o do Paysandu já pediram a suspensão do leilão por 120 dias, e espero que isso não venha acontecer mais. Estou vivendo um bom momento no clube, tenho um carinho pela torcida, e estou focado na Série C. Não quero que essas coisas venham atrapalhar o meu desempenho”, disse Fávaro. (Gustavo Pêna, Diário Online)
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