Equilíbrio. Essa tem sido uma das palavras mais ditas pelas bandas marabaenses nas últimas semanas. Em um grupo que apresenta um equilíbrio maior do que se imaginava, o Águia também prega equilíbrio: o emocional, para não se deixar abalar pelos resultados alcançados até aqui. Sem vitórias após três partidas, o técnico João Galvão passa aos jogadores a sua tranquilidade antes da partida de amanhã, contra o Rio Branco, no Zinho Oliveira.
Em meio à falta de bons resultados, leia-se aí vitórias, cabe ao técnico João Galvão, conhecido pelo seu estilo motivador, trabalhar também como um psicólogo. “Já conversamos bastante. Nosso grupo é bom e os resultados até aqui foram naturais. Em dois jogos fora de casa, só perdemos um. Isso é normal”, aponta Galvão, que se diz bem mais tranquilo do que no Parazão, quando foi pressionado a deixar o comando. “Agora tá tudo bem, até porque sabem que estamos dando um pouquinho de azar”, garante o técnico.
A confiança do comandante é tanta para essa segunda partida em Marabá que ela virou até certeza de casa cheia. E desde ontem a torcida tem ingressos à disposição, agora com valores mais em conta do que os da estreia. “Estamos com saudades da torcida e tô sentindo que ela vai comparecer pra nos ajudar”, revela o técnico confiante.
O TIME
O Águia vai a campo com dois desfalques: Roma se recupera de um estiramento na coxa direita e está descartado, abrindo grande concorrência entre Felipe, Samuel Lopes e Torrô, que brigam pelas duas vagas no ataque. Na defesa, com Ari suspenso, a única certeza é Bernardo. Os outros três candidatos às duas vagas na retaguarda marabaense são Darlan, Roberto e Edkléber, permanecendo assim o tradicional 3-5-2 da equipe. (Diário do Pará)
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