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ESPORTE PARÁ

O barraco foi armado na Curuzu

Sexta-feira, 13 de agosto. A data de ontem é repleta de simbologias e, coincidência ou não, deixou sua marca no coletivo realizado por Charles Guerreiro na Curuzu, do qual o capitão Sandro não participou por estar com dores musculares. Um torcedor que

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Sexta-feira, 13 de agosto. A data de ontem é repleta de simbologias e, coincidência ou não, deixou sua marca no coletivo realizado por Charles Guerreiro na Curuzu, do qual o capitão Sandro não participou por estar com dores musculares. Um torcedor que assistia a atividade resolveu protestar sobre a permanência de Zeziel na ala esquerda em detrimento de Aldivan. O resultado foi um estresse generalizado entre funcionários, comissão técnica, torcida e o goleiro Paulo Wanzeller. O ‘quiproquó’ pode resultar em treinos de portões fechados.

O primeiro a revidar às provocações foi Wanzeller, um dos últimos a deixar o gramado. O ‘torcedor’ aproveitou o parentesco do goleiro, que é genro de Charles, para desferir críticas ao técnico bicolor sobre a sua opção por Zeziel. Wanzeller rebateu e desceu ao vestiário, mas, em seguida, o próprio técnico e seus auxiliares discutiram asperamente com o ‘corneteiro’, que acabou retirado às pressas da Curuzu pela segurança, antes que a discussão chegasse ao embate físico - o supervisor Dias Renato chegou a ser contido pela turma do ‘deixa disso’.

O episódio dividiu os demais torcedores, alguns defendiam a opinião do colega de arquibancada, enquanto outros tentavam convencer os repórteres presentes a não divulgar o ocorrido. “Não aconteceu nada, não coloca isso na imprensa, diz que está tudo bem”, sugeria um deles.

Irritado, Charles Guerreiro já pensa em restringir a entrada da torcida durante os treinos. “É coisa de torcedor de treino, que não entende. Acho que ele nem é Paysandu e vem para cá tumultuar. Quem manda no time é o técnico, mas ele acha que é o presidente. O presidente manda no clube. No time sou eu, quem escala sou eu e quem vai jogar é o Zeziel”, afirmou.


Pivô da discussão, Zeziel é a opção de Charles na lateral esquerda desde que começou a Série C. O jogador não chegou a presenciar a confusão, já havia descido ao vestiário, mas, comentou a situação e justificou a preferência do técnico por seu futebol, assim como fez o próprio treinador.

“Algumas pessoas ficam afobadas ao ver um jogador de nível como o Aldivan esperando oportunidade. As coisas acontecerão naturalmente. O Charles tem optado por uma contenção mais forte na zaga, por isso, eu que sou perna esquerda e jogo de volante, faço essa proteção maior na zaga dando liberdade ao Bosco para sair. Quando ele optar por ser mais ofensivo, com dois alas, terá duas opções, o Aldivan e o Edinaldo. Agora a torcida não se resume a uma pessoa, estou tranquilo”, observou Zeziel.

Charles também comentou a preferência. “O Zeziel atravessa um momento bom, são três partidas que o Paysandu joga bem. O Aldivan estava muito tempo parado e está sem ritmo de jogo, tem que entrar aos poucos. O Márcio Goiano, três meses parado, ainda não está legal e o Edinaldo é bom no 3-5-2, assim como o Aldivan, mas ficamos vulneráveis lá atrás. A princípio, o Zeziel é o titular, a não ser que o time perca e ele jogue mal, aí sou obrigado a mudar”, considerou. (Diário do Pará)

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