Equipe afiada, jogando no mesmo ritmo, no mesmo compasso, afinada como música. Sob a batuta de João Galvão, o Águia que enfrenta o Paysandu amanhã à noite, no Zinho Oliveira, fez o último ensaio geral ontem, no mesmo horário da partida, praticando os últimos acordes e prometendo mais um espetáculo para a torcida, que ensaia outros vários coros de “gol”. Nem mesmo o som agudo do apito deve estragar o show em Marabá.
O Azulão se preparou para o ritmo acelerado do adversário e para não ser surpreendido dentro de casa. “Não podemos dar espaço nos contra-ataques, mas como o campo é pequeno, temos mais chance de impedir essas jogadas”, lembrou o técnico João Galvão.
A verdade é que o ritmo acelerado deve prevalecer ao longo do espetáculo. Como o palco marabaense tem dimensões mínimas, reviravoltas podem acontecer ao longo da noite, o que torna ainda mais difícil prever de quem será o clímax.
Em meio a tantas possibilidades, as dores de cabeça do técnico do Águia tendem a se limitar ao seu time: o comandante prefere esquecer a orquestra adversária, que assim como o azulão, também vem com pelo menos duas mudanças, com as suspensões de Paulão e Fabrício. “Não me preocupo com quem entra lá no time deles. Tenho é que me preocupar com o meu time”, garantiu o técnico. (Diário do Pará)
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