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Sucessão no Remo será discutida na segunda

Antes de consumada a venda da área do Baenão e mediante a queda do pórtico do estádio, os opositores do presidente Amaro Klautau não descartaram a hipótese de moverem um processo de impeachment. O assunto pode ser discutido na reunião da próxima seg

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Antes de consumada a venda da área do Baenão e mediante a queda do pórtico do estádio, os opositores do presidente Amaro Klautau não descartaram a hipótese de moverem um processo de impeachment. O assunto pode ser discutido na reunião da próxima segunda-feira (30) do Conselho Deliberativo do Remo. Um outro assunto deve ser debatido. Trata-se da sucessão presidencial.
Numa entrevista exclusiva ao BOLA, Klautau foi instigado a comentar sobre uma possível candidatura a reeleição. “Já conversei com várias pessoas que nos acompanham. Tive o prazer de conversar com Marcelo Carneiro, Antônio Teixeira. Ficou bem colocada essa questão de sucessão”, explicou. Contudo, Klautau deixou vazar uma informação: a de que o seu grupo se movimenta para manter e conseguir apoios. “Teremos uma eleição para o Conselho Deliberativo. Depois, teremos a eleição para o Conselho Diretor. O que me foi dito pelo Marcelo: nos poderíamos contar”.
O assunto, entretanto, não será tratado com a devida prioridade. Pelo menos, publicamente. “Entendemos que estamos num processo de levar o Clube do Remo à Série C já. Se tivermos que conversar sobre eleições, que seja depois.
Negociação de idas e vindas
Em meados de julho, o próprio Amaro Klautau anunciou a desistência das construtoras Agra e Leal Moreira em adquirir a área do estádio Evandro Almeida. O motivo era o imbróglio causado pelo pedido de tombamento da área, solicitado pelo ex-presidente do clube, Licínio Carvalho – aliás, um dos quatro votos do Condel contrários à negociação.
À época, Klautau garantiu que a diretoria estava disposta a negociar até com outros parceiros. Mas, as mesmas empresas foram as que adquiriram o estádio por meio de uma garantia, ainda não formalizada, da Justiça do Trabalho. Surpresa para uns, nem tanto para outros. A respeito da retomada dos contatos com as empreiteiras, o presidente desconversou. “O que importa é o que aconteceu, se sacramentou e a juíza fez da melhor maneira para o Clube do Remo”, disse Klautau.
A oposição ainda quer agir para evitar a perda do bem. “Estamos estudando o caso”, adiantou o conselheiro Benedito Sá. “Aconteceu uma obsessão pela venda, sendo que o anuncio não foi amplo, foi ao pé do ouvido”, continuou.
O ex-presidente Licínio Carvalho, que pediu o tombamento do Baenão também promete agir para impedir a venda do estádio azulino. (Diário do Pará)

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