Um dos entraves apontados pelo diretor financeiro do Paysandu, Isaias de Moraes, para as negociações da dívida do clube é a inexistência de documentos de gestões anteriores. Segundo Isaias, a falta de comprovantes de operações de pagamentos de dívidas gera dúvidas sobre a veracidade das reclamações.
“Nós não temos provas de alguns pagamentos. Há desconfianças de que jogadores receberam duas vezes. Justo por falta de documentação, falta de balanço”, afirma. Apesar do lamento, o diretor explica que a equação “manter os pagamentos em dia, tentar aumentar as receitas buscando patrocínio e o apoio do torcedor”, ainda é o melhor caminho para tentar fugir de maiores problemas judiciais.
De acordo com o balanço patrimonial do clube, fechado em 31 de dezembro do ano passado, os imóveis do Paysandu (Curuzu, Sede Social e Sede Náutica) estão avaliados em 11 milhões de reais. O valor, considerado baixo para os padrões imobiliários de Belém, deve passar por uma reavaliação.
“Depois das reformas, houve valorização, sem contar a localização do estádio, em plena Almirante Barroso. Por isso, estamos conseguindo um grupo de peritos da Universidade Federal do Pará, registrados no CREA (Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura) para fazer essa reavaliação”, explica Moraes. (Diario do Pará)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar