Na segunda metade da etapa final, o meio-campo azulino Gian foi substituído. Deu vez a Canindé, uma alteração já proclamada pelo treinador antes até da viagem a Rondonópolis. Gian saiu rápido, pela linha de fundo. Estaria aborrecido? “É normal! Você quer jogar o tempo todo”, esclareceu. “Mas eu respeito a opção do treinador, já que o Canindé é um grande jogador. Isso (aborrecimento) acontece em qualquer lugar”, minimizou.
A atuação do meia-esquerda, apenas discreta, tem uma explicação. Segundo ele, a estratégia do Leão errou num momento. “Nós optamos por jogar a bola em lançamentos. Foi uma opção errada. A gente pecou. Se tivéssemos trabalhado mais a bola, poderíamos ter criado mais”, afirmou. Aliás, Gian foi o protagonista do único lance claro de gol. Depois de um cruzamento de Vélber, ele subiu, como manda o figurino, e cabeceou. Porém, o goleiro Junior Negão pegou a bola à queima-roupa, como se diz.
“Trabalhamos em busca da vitória aqui e, lá no Mangueirão, não será diferente”, conti-
nuou o apoiador, já projetando o jogo de volta que decidirá a sorte do Remo no Brasileirão. O Remo jogará por uma vitória simples. Empate sem gols levará a disputa para a cobrança de pênaltis. Já o empate com gols classificará o Vila Aurora (MT) para a próxima fase do torneio. “É importante é que a torcida compareça e nos apoie”, finalizou. (Diário do Pará)
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