O presidente da comissão que negocia a venda do estádio Evandro Almeida, o Baenão, com as construtoras Agre e Leal Moreira, Hamilton Guedes, se pronunciou na tarde desta terça-feira (14) sobre o novo processo de tombamento do palco maior do Clube do Remo, movido pelo promotor público Benedito Wilson Sá. Guedes acredita que os prazos na tentativa de frear a venda da praça esportiva já foram vencidos.
Nesta manhã, o promotor Benedito Wilson Sá disse que já ajuizou um novo pedido de tombamento do Baenão, visando impedir a negociação da praça esportiva do Leão azul. Benedito Sá afirmou que o pedido de tombamento da praça esportiva faz efeito, mesmo após a conclusão da Justiça do Trabalho de que o estádio deve ser vendido. Já Hamilton Guedes acredita que a situação é diferente. “Não posso responder sobre isso, já que é um assunto jurídico, e será a justiça que decidirá. Só que acredito que qualquer iniciativa já estaria vencida, pois a matéria já está decidida pela Justiça do Trabalho” disse.
Sobre os terrenos que serão colocados à disposição da juíza Ida Selene em reunião entre os diretores do Remo e o os integrantes da Leal Moreira - um localizado no bairro do Aurá, atual Anita Gerosa, e outro no conjunto do Júlio Sefer -, Hamilton Guedes explicou que são opções. “Todos os terrenos foram submetidos à apreciação técnica da Leal Moreira. Hoje à tarde, na reunião, o Remo verá o que é melhor, com relação a valores, formas de pagamento e acesso”, falou, continuando. “Se tudo estiver na conformidade entre as partes, proprietário, o Remo, a empresa e a justiça, o contrato pode ser assinado hoje”, finalizou. (Gustavo Pêna, Diário Online).
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