Cresce um movimento dentro do Conselho Deliberativo do Remo, disposto a propor a troca do Baenão por uma nova sede campestre, aliado a um Centro de Treinamento. Na hipótese, prevista para ser debatida na reunião de segunda-feira (20), o time de futebol mandaria os seus jogos apenas no estádio estadual, o Mangueirão. Clubes como Cruzeiro e Atlético (MG), além do Flamengo (RJ), utilizam a estratégia.
Seria uma alternativa ao projeto da Arena do Leão. Aliás, fontes vincularam que a presidência do Remo, em parceria com o Tribunal Regional do Trabalho, já teria desistido do terreno do Aurá como primeira opção para abrigar a proclamada Arena. Com a repercussão do caso, o preço da área teria subido de forma considerável – de R$ 2,6 milhões para R$ 4 milhões. O fato é que a informação oficial só será desvendada segunda-feira (21), data final para a homologação do acordo entre Remo e o grupo Agre, sob a coordenação da Justiça do Trabalho. Por enquanto, a presidência azulina quer a construção de um estádio com capacidade para 15 mil espectadores, além de um CT completo, com piscina e academia equipada.
Giba, salvo pelo soar do gongo
O presidente do Remo, Amaro Klautau, além do vice-presidente de futebol, Lucival Alencar, foram os principais responsáveis por segurar o treinador Giba à frente do comando técnico do Leão na Série D do Campeonato Brasileiro. Ontem, surgiu uma informação confirmando essa versão.
Após a primeira e única queda na quarta divisão, contra o Cametá, no interior paraense, Giba teria balançado. A ideia era iniciar o mata-mata já sob novo comando - uma estratégia para injetar mais ânimo no elenco.
E com outro detalhe: à época, havia tempo suficiente para implementar um estilo novo de trabalho. Da última rodada da primeira etapa para a fase eliminatória, passaram-se duas semanas. E inclusive, o técnico Paulo Comelli teria sido procurado, contudo, a diretoria decidiu manter Giba. O comandante é apontado como um dos responsáveis pela eliminação, prematura, do Leão. (Diário do Pará)
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