A comissão formada por conselheiros e membros da diretoria do Clube do Remo, entre eles o presidente Amaro Klautau, continua as discussões da polêmica venda do estádio Evandro Almeida, o Baenão, para as empresas Agre e Leal Moreira. A cúpula de dirigentes azulinos acredita que o valor de R$ 33,2 milhões, oferecido até aqui pelas empresas Agre e Leal Moreira, estão abaixo do ideal, que seria de mais de R$ 50 milhões.
Os representantes do Conselho Deliberativo do Remo, que integram a comissão mista formada na última segunda-feira (20) para analisar os detalhes da transação, ainda não se pronunciaram para a imprensa sobre as conversas com a juíza Ida Selene Braga, titular da 13ª Vara do Tribunal da Justiça do Trabalho e responsável pela condução da venda do Baenão.
No entanto, o presidente Amaro Klautau afirmou que os assuntos conversados no encontro entre a comissão e a juíza não são nada diferentes daquilo que foi dito pelo mandatário no encontro com o Conselho Deliberativo azulino. “A venda do Baenão é a única saída para que os problemas do Clube do Remo com a Justiça do Trabalho se resolvam. A juíza explicou que está pronta para receber propostas melhores do que a Agre e Leal Moreira apresentaram”, explicou.
Klautau continua afirmando que o terreno no bairro do Aurá, hoje Anita Gerosa, localizado a mais de dois quilômetros da rodovia BR-316, é o ideal para a construção da “Arena do Leão” . O prazo para a apresentação de um outro terreno ou uma proposta maior de compra do Baenão pela comissão de conselheiros é até o dia 4 de outubro. (Gustavo Pêna, Diário Online)
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