Ser eleito para um cargo público é uma grande responsabilidade. E, de alguns tempos para cá, a candidatura de jogadores de futebol virou uma tendência. Muitos têm trocado o uniforme pelo terno e pela gravata com votações expressivas nas urnas. Hoje, alguns vão tentar novamente, pra valer. Mas preferimos deixar isso de lado e encarar a questão com espírito esportivo. Assim, vamos à nossa eleição fictícia.
A equipe do Bola se reuniu e realizou as prévias, escolhendo como candidatos nomes de destaque – positivo ou não – no cenário do futebol local, associando-os à elementos enraizados na política nacional. E eles cumpriram todos os ritos necessários à causa: fizeram suas promessas, o corpo a corpo com o torcedor/eleitor (os jogos seriam, então, seus comícios?) e mostraram a sua personalidade.
Nas matérias a seguir, vamos apresentar os “candidatos”. Todos sem ambição política real. Mas, é claro, como jornalismo é oposição e o resto é armazém de secos e molhados, como diz Millôr Fernandes, não esperem apenas flores. O dossiê de cada um explora seus pontos fracos e fortes, pára que você decida quem deve ser “eleito”. Que tal o nome do cargo: “Personalidade política do futebol paraense”? Muito pomposo para um brincadeira, não? Que fique apenas “O cara do futebol paraense”, pronto. Uma honra e tanto”. (Diário do Pará)
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