Que o sítio do Aurá, em Ananindeua, escolhido para abrigar o projeto da Arena do Leão, encontra resistência por parte de integrantes do Conselho Deliberativo do Remo, além de torcedores, não é novidade para ninguém. Por isso, seguem sendo divulgados terrenos alternativos para a análise da juíza Ida Selene, da Justiça do Trabalho, e do grupo Agre, que está prestes a adquirir o estádio Evandro Almeida, o Baenão.
Uma fonte, que pediu para não ter seu nome divulgado, garantiu que uma área na Alça Viária, próximo ao posto da Polícia Militar, no quilometro oito, será oferecido de forma oficial na reunião de quarta-feira (13) entre remistas, os executivos da Leal Moreira e a magistrada.
“Vai surgir esta semana”, garantiu. Ainda segundo o informante, o encarregado para apresentá-lo seria um conselheiro do clube.
A área seria de 180 mil metros quadrados e custaria cerca de R$2,6 milhões. De acordo com o cálculo dos proprietários, o metro quadrado custaria R$13. “Isso não existe em nenhum local do mundo”, disse. “O acesso é fácil, chegou na hora exata. E o que é melhor: fica longe de invasão”, salientou.
MAIS ESPECULAÇÃO
Assim que os beneméritos remistas que optaram por alternativas ao terreno do Aurá perderam o prazo final (encerrado no último dia 4) para apresentação de um novo terreno à justiça, mas um último terreno entrou no jogo.
Um corretor de imóveis ofereceu a um conselheiro do clube um terreno que seria uma opção mais próxima do centro da cidade. A área, segundo quem ofereceu o local, ficaria distante cerca de 350 metros depois do viaduto, no sentido Belém-Ananindeua, próximo à Arena Yamada.
ENCONTRO
A reunião na 13ª Vara do Tribunal com a comissão de conselheiros e membros da diretoria do clube do Remo no TRT acontecerá na próxima quarta-feira(13), às 14h30. (Diário do Pará)
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