Foi preciso ser paciente e esperar bastante para que jogadores e comissão técnica começassem a aparecer na sala de imprensa da Curuzu após o jogo, e comentar a desclassificação na Terceirona. Cabisbaixos, sem ter muito o que dizer, apareceram Marquinho, Bruno Rangel, Bosco e o técnico Charles Guerreiro. No discurso, algo em comum, o pedido de desculpas à torcida, que lotou o estádio Leônidas Castro e saiu desapontada. Alguns até partiram para agressão, obrigando a Polícia Militar a intervir com balas de borracha e bombas de gás lacrimogêneo, fora do estádio.
Dentro da sala de imprensa, longe da confusão, era hora das explicações. “Foi vergonhoso. Quero aproveitar e pedir desculpas à torcida, que fez a parte dela. É até difícil de falar, jamais passou pela nossa cabeça uma derrota dentro da Curuzu (não perdiam desde maio de 2008). Acho que dificilmente o Paysandu vai ter outra oportunidade dessas de subir, isso nos deixa envergonhados. Deu um branco, um apagão geral. Acabou”, analisou Marquinho.
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