Às sete horas da manhã, as ruas próximas ao estádio da Curuzu ganharam um tom, uma cor. Era o alviceleste. Parecia uma vigília de torcedores movidos por uma questão de fé, de sobrevivência. O Paysandu era o Pará na corrida por uma vaga à segunda divisão do Campeonato Brasileiro. Às 8h, a fila para entrar no estádio ganhou adeptos. Meia hora antes de a bola rolar, a aglomeração já havia ultrapassado a extensão da travessa do Chaco. Já havia tomado parte da Almirante Barroso. Alguns se desesperaram. Julgavam que não conseguiriam entrar a tempo para assistir ao início de uma partida histórica. Seria uma vigília de redenção, seria o Paysandu de volta ao lugar onde nunca deveria ter saído a julgar pelo coração de 16 mil pagantes.
>> Leia mais no Diário do Pará
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar