Como o Bola já havia adiantado, Antônio Carlos Teixeira, o Tonhão, praticamente, descartou a sua candidatura a sucessor de Amaro Klautau.
O grande benemérito do Leão disse que compromissos impedem uma dedicação integral, o que, segundo ele, é fundamental para o gestor que assumir o clube no biênio 2011-2012. “Eu admiti a possibilidade de ser candidato, mas querer não é poder. Existe uma série de dificuldades”, disse, indicando. “O Remo exige uma dedicação ‘full-time’, mas eu não posso. Existem outros nomes”, afirmou.
Tonhão, entretanto, não se esquiva de aglutinar uma corrente de remistas e lançar uma chapa ao Conselho Deliberativo. “Estou indicando alguns nomes de companheiros nossos: vamos formar uma chapa no conselho deliberativo e vamos concorrer. Se formos vitoriosos, vamos escolher quem será o presidente do Remo”, garantiu.
Tonhão, que integrou uma junta governativa do Remo no fim da década de 90, também comentou a falta de decisões práticas da última reunião do Condel azulino, que ocorreu na última segunda-feira (25). “Não deu pra extrair nada. Existem pendências para serem apuradas, inclusive, com relação a derrubada do símbolo. Deve ser apurada a infração. Infelizmente, mais uma vez, perdemos nosso tempo”, frisou. (Diário do Pará)
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