Especulações sobre o futuro do Águia não faltam e as indefinições no time começam desde o alto comando, com a incerteza da permanência do presidente Sebastião Ferreira e do técnico diretor João Galvão. Apesar de acreditarem na permanência de quase todo o elenco atual, os dois manda-chuvas do azulão garantem não saber se ficam. Em uma conversa exclusiva com o BOLA, em Belém, Ferreirinha e Galvão falaram sobre o futuro da equipe.
Os questionamentos que martelam as cabeças dos torcedores marabaenses começam sobre a permanência dos dois grandes amigos à frente da equipe. João Galvão condiciona mais um “mandato” ao novo mandato do presidente, que ainda não se decidiu. “Ainda estou pensando, analisando com calma os prós e contras da permanência”, revelou o indeciso Ferreirinha.
Apesar da dúvida no alto escalão, os dois garantem que no que depender deles, a maior parte da equipe permanece para 2011. O problema é a concorrência. “Quase todos têm propostas de outras equipes, tanto daqui (do Pará), quanto de fora do Estado”, explicou Galvão, que antes da Série C perdeu dois destaques no Parazão: o atacante Wando, que foi jogar no Irã, e o lateral Victor Ferraz, atualmente no Atlético Goianiense. “Pelo menos temos 50% do passe do Victor ainda”, lembrou o técnico.
Para diminuir o impacto que tantas entradas e saídas causam à equipe, o Águia pensa grande. A construção de um centro de treinamentos e o início dos trabalhos nas categorias de base devem mudar o papel de importador para o de formados. “A área pro CT nós já temos. Foi doada. Vamos atrás agora do Ministério dos Esportes e do BNDES pra nos auxiliar com o financiamento. Penso que entre abril e maio dá pra iniciar essa construção, mas as categorias de base devem começar a trabalhar antes, inclusive”, concluiu o presidente do Águia. (Diário do Pará)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar