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Klautau sofreu uma série de críticas

O advogado e grande benemérito do Remo, Djalma Chaves, não se considera um opositor à administração do presidente Amaro Klautau. Disse, entretanto, que possuiu o direito de ter uma visão crítica sobre os fatos polêmicos da gestão do Remo do biênio 2009-20

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O advogado e grande benemérito do Remo, Djalma Chaves, não se considera um opositor à administração do presidente Amaro Klautau. Disse, entretanto, que possuiu o direito de ter uma visão crítica sobre os fatos polêmicos da gestão do Remo do biênio 2009-2010. “Não é bem esse aspecto de oposição. Só tenho direito de falar, discutir sobre o que acho errado”, minimizou. Apesar do discurso, Djalma Chaves foi um dos integrantes do Conselho Deliberativo do Remo que mais se destacou nas últimas reuniões. O discurso, em geral, foi inflamado e coberto de críticas a Amaro e seus correligionários. “Eu considero que é importante tornar as coisas públicas, mas na reunião do conselho. Não falei nada antes de revelar no Condel”, frisou. Chaves faz parte de um grupo encabeçado por figuras como Ronaldo Passarinho e Antônio Carlos Teixeira.

Eles lançaram uma chapa para concorrer às eleições do Condel, programadas para o dia 20 de novembro. É uma chapa de oposição, apesar de Djalma Chaves não gostar do termo. As muitas turbulências do Remo, relacionadas ao episódio da fracassada negociação do Baenão, revelaram que os cardeais remistas demoraram muito a agir. A opinião é do grande benemérito Ronaldo Passarinho. “Demoramos para agir, sem dúvida. Mas veja, era algo onde não tínhamos legitimidade. O presidente é quem tinha que agir”, argumentou, apontando o problema principal que atrasou a ação do Condel diante de episódios como a queda do escudo do Remo, derrubado do estádio Baenão a pedido da presidência. “Muitos não acreditavam em certas denúncias que se fazia, como o carro alugado (por Amaro Klautau) e os telefones corporativos”, explicou.

O fato é que o assunto mexeu a oposição do Remo. E, de fato, agora, pode-se alegar que há muita gente contrária à concepção de gerir da atual diretoria. “Não acho que a gente tenha demorado a agir. Acho que há muitos companheiros com opiniões próprias, particulares. Cada um tem a sua visão”, salientou Djalma Chaves. Além desta chapa, ainda há um outro grupo que concorre à composição do Condel. O nome é Juventude Azulina, entretanto, eles estão mais ligados ao grupo que administra o clube atualmente. Tanto que se comentou até no lançamento do médico Henrique Custódio, atual vice-diretor social do Remo e um dos principais nomes da chapa, para concorrer aos cargos de direção. (Diário do Pará)

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