Todo torcedor sonha com aquele time que arrebenta nos gramados, com craques capazes de honrar a camisa que vestem. E, claro, conquistando uma coleção de títulos de fazer inveja ao maior rival. É uma pena, portanto, que no Pará isso esteja bem longe de virar realidade. Das mais de cem contratações que Remo, Paysandu e Águia fizeram nesta temporada, poucos atletas se salvaram e a maioria ficou abaixo do limite da mediocridade.
Com tantos pernas de pau que pintaram por essas bandas, você já imaginou, caro leitor, um time formado exclusivamente por tais aberrações futebolísticas? Um pesadelo, sem dúvida. Mas, como ontem foi dia de Haloween, um pouco de terror não vai fazer mal a ninguém. A equipe do Bola se reuniu e fez a sua seleção dos piores do ano. Por favor, tome um calmante para não passar mal com essas recordações.
Para começar, nesse verdadeiro Íbis paraense (ou pior), o técnico não poderia ser outro se não o famigerado Nasareno Silva – embora Giba e Barbieri fossem candidatos “respeitáveis” ao cargo -, responsável por trazer vários bondes para o Paysandu. O cara chegou por aqui vindo da segunda divisão baiana e disse que iria reestruturar o futebol bicolor. Resultado: sem mostrar consistência tática alguma e com jogadores tecnicamente sofríveis, caiu logo no primeiro jogo, um Re-Pa. Leia mais no Diário do Pará.
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