O Águia sempre foi um exemplo a ser seguido quando o assunto era política de contratações. Sem exagerar, com calma e evitando estardalhaço, o treinador João Galvão e a sua diretoria conseguiam êxito na ação de buscar reforços junto ao mercado de fora. Foi assim que eles formaram times fortes, competitivos.
A ideia era equilibrar a equipe com uma base local mesclada a reforços. Só este ano, na disputa do Campeonato Paraense, quando o Azulão se tornou vice-campeão estadual, atletas do nível de Victor Ferraz e de Vando foram peças importantes. O fato é que o primeiro semestre confirmou a fama de bom olheiro da turma de Marabá.
Mas a situação se inverteu já no segundo semestre. Além de ter perdido a dupla Ferraz e Vando, o Águia não repôs com sucesso. E o setor de meio-campo foi o principal entrave na campanha da equipe, eliminada na fase quartas de finais da Série C do nacional. Jaime, outro paraense, que Galvão foi buscar longe do Estado, voltou a repetir as fracas atuações mostradas no Remo. Dias, o último contratado, não mostrou a que veio na única partida em que jogou, contra o ABC. Leia mais no Diário do Pará.
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