As indecisões e os boatos que rondam nos bastidores do Remo refletem a atual situação em que o clube se encontra.
Sem um time formado e a pouco mais de dois meses para a estreia do Leão no Campeonato Paraense 2011, fica difícil prever um bom futuro para o Remo. “A expectativa é a pior possível. O ideal seria que o Remo recomeçasse o trabalho logo após a eliminação da Série D, mas o problema é que essa diretoria nunca teve um plano B”, criticou o grande benemérito, Ronaldo Passarinho, um dos principais opositores da atual gestão azulina.
Passarinho também não concorda com a disputa dos amistosos longe da torcida, assim como aconteceu em 2009. Para ele, é preciso que a torcida acompanhe o trabalho que está sendo feito, que veja o time que está jogando para poder confiar na equipe.
“No ano passado, o time fez um monte de amistoso, mas a maioria foi no interior. A torcida, que é o maior patrimônio do clube, pouco viu o Remo jogar”, ressaltou o grande benemérito.
Já Orlando Ruffeil, outro grande benemérito do Remo, pensa diferente. Para ele, a atual diretoria entende que não é interessante contratar técnico e jogadores, no momento, e sim emprestá-los como já foi feito com alguns atletas.
“Devemos aguardar a nova diretoria. O presidente Amaro quer facilitar a transição de uma gestão para a outra. Então, os atletas que foram emprestados voltam no dia primeiro de janeiro. Se houver boa vontade, eu acho que dá tempo, sim, de deixar tudo pronto para o início do Parazão”, explicou Orlando, que acredita que o período de eleições dentro do clube é o principal foco do momento. A votação acontece em novembro. (Diário do Pará)
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