Mesmo com o anúncio de um possível tombamento de todo o complexo Baenão, o setor jurídico do Remo não está perdendo tempo e já corre atrás de outra saída para evitar o leilão da área do ‘Carrossel’, marcado para o próximo dia 19.
Depois de entrar com um pedido de embargo de execução do leilão da área do imóvel azulino, agora o advogado Mauro Maroja Bentes irá entrar com um mandado de segurança junto ao Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região (TRT8), onde tramita o leilão do imóvel azulino.
De acordo com Maroja, o setor jurídico do clube continua fazendo todo o esforço possível para evitar a perda de mais um bem. “Já estou fazendo a ação para dar logo a entrada. Como teremos mais um feriado, só irei protocolar o mandado nesta terça-feira”, adianta o chefe do setor jurídico do Remo.
Como o leilão foi transformado em praça, a área do ‘Carrossel’, antes avaliada em pouco mais de R$ 2 milhões, passou para R$ 6,1 milhões, valor que também corresponde ao lance mínimo permitido. Se o imóvel for arrematado, o clube pode até quitar as dívidas trabalhistas, cíveis, salários atrasados, além de indenizações, que somando tudo gira em torno de R$ 13 milhões.
Contudo, a diretoria do Remo e Maroja preferem tentar outra saída para o fim das dívidas do clube. “Nós não podemos revelar o argumento que iremos utilizar, porque trata-se de uma estratégia jurídica. Esta é mais uma batalha que vamos tentar vencer, mas sem ter que sacrificar mais um bem”, finaliza Mauro. (Diário do Pará)
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