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Maroja:'vamos brigar até o final contra o leilão'

Nada está perdido. É o que garante o vice-presidente jurídico do Clube do Remo, Mauro Maroja, com relação ao indeferimento do mandado de segurança impetrado pelos advogados azulinos, na tentativa de impedir o leilão da área do ‘Carrossel’, depois da decis

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Nada está perdido. É o que garante o vice-presidente jurídico do Clube do Remo, Mauro Maroja, com relação ao indeferimento do mandado de segurança impetrado pelos advogados azulinos, na tentativa de impedir o leilão da área do ‘Carrossel’, depois da decisão da desembargadora Alda Couto, do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 8ª Região na tarde desta quinta-feira (18). Em conversa com o DOL, o causídico promete entrar, ainda hoje, com uma medida cautelar com efeito suspensivo do agravo de petição.

Essa não foi a primeira derrota dos advogados do Remo para impedir o leilão do ‘Carrossel’, anexo ao estádio Evandro Almeida, o Baenão, marcado para a próxima sexta-feira (19), a partir das 11h, no salão de sessões do Tribunal Pleno do TRT. Na manhã da última quarta-feira (17), a juíza Ida Selene Braga, da 13ª Vara do Trabalho de Belém, havia negado o segundo pedido para suspensão do leilão para pagamento de quase R$ 10 milhões de dívidas trabalhistas do Leão azul paraense. Além disso, o clube já havia tentado impetrar uma ação na tarde da última terça-feira (16), porém o pedido também foi negado pela Justiça.

Agora a aposta do Remo é uma medida cautelar com efeito suspensivo do agravo de petição. Se a decisão for aceita, o leilão será sustado. A decisão do TRT deverá sair às 10h desta sexta-feira (20), uma hora antes do momento da venda de mais um patrimônio azulino. “Não temos mais tempo para recorrer da última decisão. Vamos brigar até o final”, deixou claro Mauro Maroja.

Maroja também explicou que, caso a medida cautelar não seja aceita, irá recorrer junto ao Tribunal Superior do Trabalho (TST), em Brasília, para resolver a situação. “Ainda precisamos esgotar todas as medidas possíveis para podermos recorrer à Brasília. Se isso acontecer, a pessoa que arrematar o leilão não irá levar a área. Esse é um risco e as pessoas talvez desistam do leilão para não ter o seu dinheiro preso”. (Gustavo Pêna, DOL)

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