Uma das bandeiras do grupo da chapa ‘Arnaldo Moraes Filho’, que pretende continuar na administração do Paysandu, diz respeito ao volume de dívidas negociado durante a gestão de Luiz Omar Pinheiro. O esforço para negociar as inúmeras ações trabalhistas é sempre lembrado, inclusive com a afirmação do cartola de que faz uso do próprio patrimônio para ajudar o clube.
Em detrimento disso, o grupo da ‘Novos Rumos’, vê a questão com cautela e afirma que se houver uma administração profissional, não há necessidade de se ‘meter a mão no próprio bolso’. Mas afinal, como o presidente bicolor do próximo biênio vai receber e lidar com a parte financeira e administrativa?
O candidato Luiz Omar fala que o cenário para o futuro presidente alviceleste será bem melhor do que o que recebeu – no folder de campanha, a chapa informa que a dívida trabalhista reduziu de 17 milhões, para 4,9 milhões de reais. “Vai ser bem mais tranquilo, porque tiramos 80% das dívidas que a gente tinha.
Dentro desse planejamento, a gente paga um milhão de reais por ano, e isso vai terminar agora. Retirar a receita para pagar dívidas passadas compromete a administração do ano em exercício, mas isso está acabando. Quando o Miguel Pinho assumiu, tínhamos uma dívida de quase 35 milhões de reais e hoje, essa dívida está em torno de seis milhões de reais”, sustenta. Leia mais no Diário do Pará.
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