Sabe aquelas piadinhas que se tira com irmãos gêmeos? A dupla de jogadores do Paysandu, o meio-campista Billy e o lateral-esquerdo Brayan, sempre escuta alguma. Afinal, identificar com qual deles se está falando não é tarefa fácil, dada a semelhança dos dois. Mas não é por essa característica que os jovens irmãos, de 21 anos cada, querem ficar conhecidos na Curuzu, e sim pelo futebol que jogam.
No ano passado, os ‘brothers’ fizeram apenas ‘figuração’, nos treinos e, apesar de integrados ao elenco profissional, não chegaram a disputar partidas oficiais pelo Papão, mas apenas em amistosos. Agora, em 2011, a história promete ser outra, pois em tempos de grana curta e a velha promessa de se valorizar a base, algo que o técnico Sérgio Cosme garante ser uma de suas bandeiras, é bem provável que Billy e Brayan possam, enfim, ajudar de forma efetiva o bicolor na temporada.
Ao menos é isso o que espera Billy, que mesmo tendo sido observado na onzena principal, prefere esperar o desenrolar da temporada para saber se será ou não utilizado. “A gente vem trabalhando forte desde 2009, mas ainda não é o time, vamos continuar trabalhando para em 2011 a gente arrebentar”, anseia. O atleta ressalta que a vontade não é apenas para fazer média, mas porque o Papão é o clube de coração, inclusive de Brayan. “Vamos dar o máximo para se firmar na equipe de cima. Eu sempre estou preparado para jogar no meu clube de coração, porque a gente não é só jogador, somos torcedores do Paysandu”, revela.
A determinação do irmão é compartilhada por Brayan, que, no entanto, diz que a receita é ser paciente. “Espero que a gente tenha uma oportunidade boa, porque o que mais estamos querendo é jogar e aparecer. Temos que ter calma, aos poucos a oportunidade vem chegando. Está na hora sim, em 2010 não tivemos muita chance, mas em 2011 espero que o professor dê a oportunidade que estamos querendo”, pede o atleta.
Sub-18 do Paysandu também viaja
Enquanto o time profissional do Paysandu vai para o Suriname, o Sub-18 viaja também no dia quatro para disputar a Copa São Paulo, em Louveira (SP). A estreia do time coincide com a dos alunos de Sérgio Cosme no torneio do Suriname, o próximo dia cinco. Por isso, as duas equipes seguem jogando uma contra a outra. Para a manhã de hoje, no campo do Kasa, ambas farão os últimos ajustes antes do embarque em mais um coletivo, dessa vez sob os olhos do técnico Sérgio Cosme, que tinha chegada prevista para o final da noite de ontem em Belém e do coordenador da base, Carlos Alberto Mancha, que vai comandar as promessas bicolores no município Paulista.
Confirmado no comando da equipe Sub-18, Mancha divide a responsabilidade com seus auxiliares e se diz grato a Didi, que chegou a treinar a equipe durante alguns dias, mas não foi oficializado para chefiar a delegação. “Eu não vou sozinho, tenho uma comissão técnica que trabalha comigo, Ailton, o Careca, eu. O Didi já ajudou. Eu tenho uma coisa comigo que a gente não cospe no prato que comeu, ele já ajudou, agora foi uma questão de diretoria, não vou me meter”.
Mancha só lamenta o tempo curto que teve para preparar o grupo. “É um time de muita pegada, determinação. Infelizmente por causa do Sub-20, tivemos pouco tempo para trabalhar, enquanto os outros times estão trabalhando há muito tempo”, compara. (Diário do Pará)
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