Ró é o novo nome da esperança de gols no ataque azulinho. O contratado para ser o homem-gol não estava em nenhum outro estado, mas sim em Tucuruí, sudeste do Pará. Mas, a aproximação com a capital não ajudou a liberação do jogador. Deley Santos, presidente do Independente Tucuruí, ex time de Ró, disse que o jogador era o xodó da torcida e que ele só partiu para capital devido a propostas exageradas por parte do Clube do Remo.
“Foi só ele começar a ter essa visibilidade aqui para começar o assediado. Foi mais de uma semana. Todos os dias prometiam uma coisa nova pra ele. Isso faz até mal para o atleta”, afirmou.
Segundo Deley, a proposta salarial oferecida para um dos artilheiros do campeonato é acima da realidade local. “Até sexta-feira, eu tinha conseguido contornar como uma contraproposta. Mas, ai eles (Remo), aumentaram o valor e os benefícios para jogar em Belém. Não tivemos como cobrir. É um valor absurdo. É por essas coisas que Remo e Paysandu ficam endividados. Prometem coisas que não podem pagar”, alfineta o presidente.
Além disso, o manda-chuva de Tucuruí informou outro fator que pesou para o jogador ir embora. “Não sabíamos que ele ia despontar e, por isso, a multa rescisória do Ró era de R$ 2 mil”. Até o final da tarde de ontem (7), o valor ainda não tinha sido pago pelo Leão à Federação Paraense de Futebol (FPF). (Diário do Pará)
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