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ESPORTE PARÁ

Sérgio Cosme aproveita safra de jogadores da base

Nem precisa dizer que as divisões de base de qualquer clube são tidas como fundamentais para desenvolver um projeto em longo prazo no futebol. O técnico do Paysandu, Sérgio Cosme, ciente disso, desde que chegou fez questão de ressaltar essa importânci

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Nem precisa dizer que as divisões de base de qualquer clube são tidas como fundamentais para desenvolver um projeto em longo prazo no futebol. O técnico do Paysandu, Sérgio Cosme, ciente disso, desde que chegou fez questão de ressaltar essa importância. “Vou dar oportunidade aos atletas da base”, afirmou e tem cumprido a promessa. A iniciativa tem agradado o coordenador dessa divisão no bicolor, Carlos Alberto Mancha, que sai em defesa de Cosme e pede paciência, sobre as críticas que o treinador tem recebido nos últimos dias e que se agravaram depois da perda do Re-Pa.
“É uma campanha boa. O treinador está dando oportunidade para as categorias de base, é o primeiro que estou vendo que está colocando os atletas, haja vista que ele mandou chamar agora o Pikachu, que é lateral-direito do Sub-18. Temos que ter paciência com o nosso treinador e apostar nele, porque, com certeza, ele vai deixar grandes frutos no Paysandu”, defende. Sérgio já utiliza como titulares os gêmeos Billy e Brayan, além de Cláudio Allax, este que tem mais tempo na equipe profissional.
E nem mesmo os apelos não atendidos pela utilização do prata da casa Tobias na zaga, setor que tem sido alvo de contratações recentes, como a de Hebert, depois que o time levou doze gols em seis jogos, tiram a confiança de Mancha. “O Tobias vai ter oportunidade. Eu acredito no setor defensivo. Um time que ataca, se expõe. É preciso ter paciência, é início de Campeonato, essa equipe ainda vai dar muitas glórias ao Paysandu”.

Coordenador da base expõe projeto Papão B
No Paysandu, a base, só para citar dois nomes mais recentes de 2010, ajudou a revelar ao cenário nacional Moisés e Bernardo, que após se destacarem nos times profissionais de Paysandu e Águia, respectivamente, foram parar em clubes da primeira divisão nacional. Para continuar a ‘fabricar’ bons jogadores, foi criado o projeto Papão B, que consiste em levar o segundo time da agremiação para partidas pelo interior do Pará.
Segundo o coordenador Carlos Mancha, o Papão B tem duas metas. “Um dos objetivos do projeto Papão B é rodar os jogadores do Paysandu que não estão jogando e também dar oportunidade aos atletas do Sub-17 e Sub-18, porque acredito que jogador só evolui jogando. Outro objetivo é ver valores nessas seleções e equipes pelo interior do Estado e trazê-los para as divisões de base do Paysandu”, explica.
O coordenador da base bicolor aproveita para desafiar as seleções municipais e avisa que, caso o Papão B perca ou empate, o contratante não precisa pagar nada ao Paysandu. (Diário do Pará)

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