Entre os técnicos Sérgio Cosme, do Paysandu e Charles Guerreiro, do São Raimundo, as análises foram de acordo com a realidade de suas agremiações. Enquanto Cosme ajudava a aumentar o coro das críticas ao trio de arbitragem, mas já focava no que ainda vem pela frente, Guerreiro comemorava a ressurreição do Pantera e mirava no 2º turno.
“Sabia que minha equipe pegaria um adversário franco atirador, motivado. Tentei deixar o time mais objetivo, mas a equipe sentiu a expulsão do Alex. Quanto à arbitragem, foi um absurdo. Teve uma influência muito grande num jogo atípico”, lamentava Cosme que, no entanto, já pensa no Penarol. “Estamos em duas competições, a turma sentiu o desgaste, mas estamos em final de campeonato e nada está perdido. Temos um jogo importante agora nessa quarta”, lembrava.
Charles Guerreiro não escondia a felicidade, ainda mais depois que foi preterido pelo Paysandu, depois da perda do acesso para a Série B. “A equipe jogou muito bem, conseguimos virar e mostramos que o time tem qualidade. Agora precisamos de reforços no segundo turno”, planejava. (Diário do Pará)
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