Apesar de classificado para pegar o Bahia na próxima fase da Copa do Brasil, uma questão ainda está mal respondida pelas bandas da Curuzu: como explicar os dois gols tomados ao final da partida?
“O que aconteceu foi algo sobrenatural. É só isso que nós encontramos para responder”, disse o zagueiro Ari, jogador da posição mais criticada pela torcida. Ele rebateu as acusações. “Tem muita gente falando mal da gente (ele e Hebert), mas não vê o jogo de perto, acompanha tudo de longe e fica cobrando coisas que não vê”, disse, referindo-se a imprensa. E continuou. “Nossa zaga está em uma crescente. Tenho certeza que vamos dar a volta por cima. E melhor forma para isso é ser campeão em cima do nosso rival, para apagarmos a derrota no primeiro clássico”, confia.
Contudo, os dois gols de Leão da Velha Serra, feitos nos acréscimos por Zazá e Tiago Verçosa, mantiveram a média de dois gols sofridos por jogo. Herbet também tentou explicar o que aconteceu. “Os caras praticamente só deram um chute no gol e a bola entrou. Foi uma cobrança de lateral muito rápida, jogada nas nossas costas e eles souberam aproveitar. Passamos de fase, mas não estamos felizes por essa média de dois gols”, comentou. “A torcida estava do nosso lado, mas nos três minutos finais fomos do céu ao inferno”, analisou.
O técnico Sérgio Cosme também deu seu parecer. “É engraçado que nunca é mérito do adversário. Toda vez que tomamos gols é culpa só da zaga. Não é assim, pois jogamos com um adversário forte. Gostei do meu time, tá classificado e isso que importa”, concluiu. (Diário do Pará)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar