Ganhar um bilhete azul já é ruim. Sendo às vésperas do carnaval, pior. Acaba com a animação de qualquer um. Para completar o quadro, trata-se de uma demissão em massa, com uma “lista negra” passada no boca-a-boca, sem que nenhum superior dê a mínima explicação, o que deixa todos os funcionários sobressaltados e tensos. Esse é o Paysandu hoje.
São comuns declarações de pessoas do próprio clube de que “todos mandam e ninguém manda”. Não bastasse a confusão do time em campo, com a zaga batendo cabeça a cada dois minutos, inferno nos bastidores. Caos total, vivenciado de perto por quem cobre o dia a dia do clube.
Mas, no reino de faz de conta alviceleste, há espaço para pérolas como a do vice-presidente Toninho Assef: “O trabalho como um todo, está ótimo. E é isso que queremos”, sobre o técnico Sérgio Cosme, e do presidente Luiz Omar Pinheiro, que insiste em tapar o sol com a peneira e dizer que o clube está sendo criterioso ao contratar jogadores. Concorda, Fiel?
O fim dessa “farra” não parece tão próximo. Novos “reforços” estão sendo agendados. Será que o torcedor vai chegar a conhecê-los? Ou a desculpa de que estavam aqui apenas para testes vai rolar de novo? O certo é que quarta-feira tem jogo. E a torcida espera que, assim como ano passado, exatamente contra o Independente, o time dê uma virada e evolua para sagrar-se, mais uma vez, campeão estadual. Será que vai? (Diário do Pará)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar