A Tuna Luso Brasileira está a poucos dias de um jogo decisivo, contra o Cametá, domingo, no Souza, que irá definir o futuro da agremiação lusa na próxima edição do Campeonato Paraense. Como depende apenas de si para continuar na elite do certame, uma vitória em casa garante o time entre os seis melhores do ano que vem.
Caso não consiga os três pontos, um empate pode servir, se os seus concorrentes - Castanhal e Águia de Marabá – empatarem no confronto direto, em jogo realizado na Cidade Modelo, sendo todas as partidas da rodada realizadas no mesmo horário (16h).
Independente da permanência ou não da equipe no Parazão de 2012, a diretoria tunante já montou a sua estratégia “pé no chão”, visando à próxima temporada. Se neste semestre, a folha salarial do time (algo em torno de R$ 65 mil, incluindo comissão técnica e jogadores) era a mais baixa dentre as equipes participantes do certame local – e ainda com atrasado no pagamento –, nos próximos meses não há sinais de melhora.
A meta é investir nas categorias de base do clube, em projeto chefiado pelo ex-zagueiro Sérgio (coordenador), para formar um time de jogadores “criados” no próprio clube, diminuindo, assim, os custos e gerando retorno financeiro. “80% do time, para o próximo ano, será formado por garotos da base”, disse o presidente Fabiano Bastos.
Questionado sobre o futuro do atual elenco, Bastos foi direto: “Vai tudo embora, o contrato deles encerra este mês, até porque nós passaremos um tempo sem jogos oficiais. Só ficam os que são das categorias de base”, afirma o dirigente.
65 mil Folha salarial tunante, a mais baixa entre os times do Parazão 2011. (Diário do Pará)
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