Movimentação com direito a chuva, sol, arco-íris, torcida em peso, a cúpula da diretoria azulina e até penetra do rival Paysandu – devidamente enxotado do Evandro Almeida pelo Fenômeno Azul. Assim foi o primeiro dia de Givanildo Oliveira como novo técnico do Remo.
O pernambucano chegou ontem, às 12h50, e mal teve tempo para desarrumar as malas. Isso, porque, no período da tarde, já estava a postos, junto com o preparador físico Wellington Vero e o auxiliar técnico Claudinho em uma tarefa complicada: deixar o Filho da Glória e do Triunfo em ponto de bala até domingo, às 16h, no primeiro jogo da semifinal do returno do Campeonato Paraense, contra o Independente, no Baenão.
Giva promoveu um treino com bola e, após a atividade, falou do novo desafio em Belém. “Sinto-me um pouco paraense pelo tempo que tenho trabalhado. Falei para os jogadores, alguns que não sabem da história, quantos títulos eu tenho aqui e que, mais uma vez, eu não vim para passear e brincar”, avisou. “O trabalho tem que ser sério. É curto, mas não é a primeira vez que acontece. Você, às vezes, pega um time em dezembro para começar em janeiro e outras vezes pega como foi agora. Temos que correr contra o tempo e eles têm que procurar fazer o melhor. O que estava se fazendo de errado no jogo, tem que ser evitado, para ser um time vencedor”, receitou. (Diário do Pará)
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