Na última entrevista coletiva que promoveu antes do jogo de logo mais, contra o Independente, o recém-contratado técnico Givanildo Oliveira alternou irritação e bom humor ao falar sobre seus primeiros dias nesse retorno como professor azulino.
A irritação ficou por conta das falhas a marcação que detectou no coletivo de sexta-feira, além da letargia do time considerado principal. “Se eu pudesse, trocava uns seis (atletas) no treino. Mas a gente tem que entender que eu cheguei agora. Eles estavam com outra formação, vinha o Moisés jogando esse tempo todo, que é um volante com saída muito boa. Tem que entender essa mudança”, relativizou, citando a ausência do meia para hoje, em virtude do terceiro amarelo que levou. O zagueiro Paulo Sérgio também está fora pelo mesmo motivo. Outra ausência é a do atacante Jaílton Paraíba, esse por conta de lesão muscular na coxa.
O bom humor do pernambucano ficou evidente quando questionado se acha que mesmo tendo assumido o time com pouco tempo para trabalhar, acredita que ele vai dar ‘caldo’. “Um caldo? Eu não entendi”, disse. Depois da explicação... “Pensei que era caldo de cana, que é doce, então é bom (risos). Mas vamos, sim, vamos ganhar o jogo. Com todo respeito, até porque o (técnico do Independente) Sinomar (Naves) é meu amigo”, enfatiza, para em seguida, concluir. “Se estivesse tudo correndo bem, não tinha trocado de treinador. Temos que procurar fazer o melhor, uma boa partida”, pontua. (Diário do Pará)
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