Ele é o técnico recordista em troféus Camisa 13. Já levou três estatuetas para casa, em 2000, 2001 e 2002, todas pelo Paysandu. Mas o pernambucano Givanildo Oliveira quer mais. Em todas as suas três passagens anteriores pelo Clube do Remo, não conseguiu ser consagrado pelo torcedor com o prêmio de popularidade.
Tata, hoje auxiliar de Muricy Ramalho, no Santos, foi eleito nos anos de 1993, quando treinava o Paysandu, e 1994, quando era técnico do Remo. Outro que aparece no “hall da fama” dos técnicos premiados com dois troféus é o atual técnico do Independente, Sinomar Naves. Sinomar ganhou nos anos de 2005 e 2007, pelo Paysandu.
Em 2011, quem lidera as parciais é o ainda técnico do Paysandu, Sérgio Cosme, com 3.760 votos. Givanildo chegou com pouco tempo para mostrar serviço, na reta final do segundo turno. Mas ninguém tem dúvidas de que se o treinador conseguir tirar a hegemonia de dois anos do maior rival, a torcida azulina vai consagrá-lo também com o Troféu Camisa 13. Para Givanildo, a matemática é essa: Título paraense + Troféu = Realização pessoal.
Ele falou ao DOL na Rede sobre o assunto.
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